Arquivo de Fevereiro de 2007

Zé Carioca - o primeiro desenho

“ZÉ CARIOCA, SUA PRIMEIRA APRESENTAÇÃO”

Trata-se de um trecho imperdível do filme “Alô Amigos”, produzido no ano de 1942, pelos estúdios Walt Disney. Foi a primeira apresentação do Zé Carioca. Tem a duração de 8 minutos, porém, como irão notar, vale cada segundo.

FONTE: http://www.youtube.com/watch?v=sMd0Iw1t9Co

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Apresentação de chapas para a diretoria

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Construindo o Retiro das Pedras que queremos

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Ciência x religião

Dogmatismo científico é tão inflexível quanto a religião

A rigidez da maior parte dos cientistas para lidar com assuntos desconhecidos é um dos alvos da crítica do físico brasileiro Marcelo Gleiser, professor de uma das mais conceituadas faculdades norte-americanas, o Dartmouth College, no pequeno Estado de New Hampshire. Seu último livro, ‘O Fim da Terra e do Céu’, lançado no ano passado, foi o vencedor do Prêmio Jabuti 2002 e acaba de ser publicado nos Estados Unidos com o título ‘The Prophet and the Astronomer’ e já vem despertando repercussões entre os críticos.

Nesta entrevista realizada em São Paulo, Gleiser - que é autor do best seller ‘A Dança do Universo’, que lhe valeu também o Prêmio Jabuti 1998 - falou também sobre outros temas polêmicos, como o criacionismo e o crescimento da mentalidade extremista e apocalíptica.

 
Galileu - Seu livro ‘O Fim da Terra e do Céu’ foi escrito antes dos ataques terroristas de 2001. Mas esses acontecimentos têm sido abordados em suas palestras sobre a obra. Por quê?

Gleiser - Eu tenho puxado bastante para esse lado, principalmente nos Estados Unidos, pois nesse livro eu falo muito sobre as seitas apocalípticas, o extremismo religioso e como as pessoas podem matar ou se matar pela fé. Para muitos extremistas, o martírio faz parte da salvação, Leia o restante deste artigo »

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Sotaque mineiro

Sotaque mineiro: é ilegal, imoral ou engorda?
Por Felipe Peixoto Braga Netto

    ‘’Minas não é palavra montanhosa.
    É palavra abissal. Minas é dentro
    E fundo”
    Carlos Drummond de Andrade

Gente, simplificar é um pecado. Se a vida não fosse tão corrida, se não tivesse tanta conta para pagar, tantos processos — oh sina — para analisar, eu fundaria um partido cuja luta seria descobrir as falas de cada região do Brasil.

Cadê os lingüistas deste país? Sinto falta de um tratado geral das sotaques brasileiros. Não há nada que me fascine mais. Como é que as montanhas, matas ou mares influem tanto, e determinam a cadência e a sonoridade das palavras?

É um absurdo. Existem livros sobre tudo; não tem (ou não conheço) um sobre o falar ingênuo deste povo doce. Escritores, ô de casa, cadê vocês? Escrevam sobre isto, se já escreveram me mandem, que espero ansioso.

Um simples” mas” é uma coisa no Rio Grande do Sul. É tudo menos um “mas” nordestino, por exemplo. O sotaque das mineiras deveria ser ilegal, imoral ou engordar. Porque, se tudo que é bom tem Leia o restante deste artigo »

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Barulho na Vizinhança

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Dez pecados da linguagem oral

1) Exemplo: “Haja visto o progresso da ciência…”

Explicação: a forma “haja visto” não se aplica a este caso. O correto é “haja vista”, e não varia.
“Ele poderá ser campeão, haja vista o progresso que tem feito com o novo carro”.
O sentido é “como se pode notar”, “por perceber”.

2) Exemplo: “Para mim não errar…”

Explicação: forma oblíqua do pronome eu “eu”, “mim” não pode ser sujeito, apenas complemento verbal (”Ele trouxe a roupa para mim”). Também pode completar o sentido de adjetivos: “Fica difícil para mim…”

Fórmula: para EU + verbo no infinitivo ( para eu comprar, para eu telefonar, para eu não ir…etc)

3) Exemplo: “Vou estar enviando o fax…”; Espero estar lhe enviando os papéis….”

Explicação: embora não seja gramaticalmente incorreto, o gerúndismo virou uma epidemia no país, uma praga. É feio e desnecessário.
Melhor dizer “Vou enviar o fax”. “Espero enviar” Leia o restante deste artigo »

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Previsões furadas de tecnologia

O IDG Now! traduziu as principais previsões furadas relacionadas à tecnologia publicadas pelo site 2Spare. Leia e dê boas gargalhadas:

Internet
Compras remotas, mesmo completamente possíveis, serão um fracasso - já que as mulheres gostam de sair de suas casas, de tocar na mercadoria e de poderem mudar de idéia”.
Revista Time, em 1966, condenando o e-commerce antes mesmo de alguém pensar em torná-lo realidade.

Computadores
“Como o ENIAC é equipado com 18 mil válvulas e pesa 30 toneladas, computadores no futuro podem ter apenas mil válvulas e pesar apenas 1,5 tonelada”.
Revista Popular Mechanics, em março de 1949.

“Não há qualquer razão para que qualquer um queira um computador em suas casas”.
Ken Olson, presidente e fundador da Digital Equipament Corporation, fabricante de grandes mainframes, argumentando contra o PC em 1977.

“Eu viajei por todo este país e falei com as pessoas mais preparadas, e posso assegurar que o processamento de dados é Leia o restante deste artigo »

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Hilda Hilst: a poeta que não sabia amar

De personalidade complexa, cristalina e sem artifícios, a autora de “Qadós” continua sendo lembrada três anos após sua morte

por Antonio Naud Júnior

Hilda Hilst - poeta

A última palavra que ouvi da boca de Hilda Hilst soou terrível, como uma punhalada mortal: “Judas!”, disse-me emocionada, chorando. Era o fim de um bonito relacionamento, causado por um modesto ensaio de 14 páginas, “Hilda Hilst - A Consciência Inquieta e Atormentada”, sobre a sua vida e obra, que eu havia escrito com a única finalidade de presenteá-la de forma original no dia dos seus 62 anos. Semanas antes, ingenuamente, havia enviado cópias do texto para alguns amigos da autora de “A Obscena Senhora D” (1982), pedindo confirmação a respeito de alguns fatos abordados. Um deles (ou mais de um?) aproveitou a situação para num golpe fulminante cortar a minha cabeça, já que em todos os reinos existem ciumeiras e intrigas. Afastado da abelha-rainha, nunca mais voltei a vê-la. Logo eu, um garotão maluco por ela, que amava passar finais de semana na sombria Casa do Sol, um sítio próximo de Campinas.

Encantado com a voz bonita, de tom articulado e grave, desfiando histórias picantes, eu ria com o humor demolidor da idosa dama desiludida. Conversávamos fervorosamente sobre extraterrestres, experiências místicas, Deus, poesia, filmes, atores, cineastas. Ela me perguntava coisas sobre a minha vida, impressionada com o meu nascimento numa Leia o restante deste artigo »

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O Amor nos Tempos do Cólera - o filme

Filmagens de “O Amor nos Tempos do Cólera” começam na Colômbia

O elenco é internacional, o diretor é inglês, o diretor de fotografia é brasileiro e o autor do romance que inspirou o filme é o colombiano Gabriel García Márquez. A transposição cinematográfica de ‘O Amor nos Tempos do Cólera’, que estréia nos cinemas no outono do hemisfério norte, está tomando forma em Cartagena de las Indias, na Colômbia, pátria do escritor apelidado de Gabo.

O desafio, segundo o produtor Scott Steindorff, é tornar palatável para o público norte-americano, viciado em comédias românticas, uma história de amor em que, como nota o jornal “Los Angeles Times” em longo artigo, “os protagonistas têm mais de 30 anos e não se chamam Angelina Jolie e Brad Pitt”.

“Me chamam de louco. Segundo os critérios hollywoodianos, não me comporto como uma pessoa normal”, disse Steindorff. Em vez de se ater aos cânones seguros de Los Angeles, o produtor decidiu Leia o restante deste artigo »

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