Arquivo de HISTÓRIA DA ARTE

Mário Silésio - autor do painel do Retiro

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 Mário Silésio (1913 - 1990)
Pintor, desenhista e vitralista

Nascido em Pará de Minas-MG graduou-se na Faculdade de Direiro da UFMG e posteriormente em pintura na Escola de Belas Artes de Belo Horizonte (Escola Guignard), sob a orientação do mestre Guignard, entre 1943 e 1949, tendo sido bolsista do governo francês em 1953.

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Painel de Mário Silésio - Sede do Detran
Av João Pinheiro esquina com a Rua dos Aimorés - Belo Horizonte - MG

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Sede do Detran - Detalhe

No Brasil executou diversos painéis em edifícios públicos de Belo Horizonte, entre 1957 e 1960 e os vitrais da Igreja dos Ferros, em 1964.

O artista participou de inúmeras exposições, individuais e coletivas, em Belo Horizonte, Ouro Preto, Uberaba, Rio de Janeiro, São Paulo e outras cidades no Brasil e no exterior.

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Salão de Festas - Condomínio Retiro das Pedras - BH - MG

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Detalhe - Painel de Mário Silésio - Retiro das Pedras

Mário Silésio executou em 1957 o mural do Retiro das Pedras com a colaboração de Gianfranco Cavedone Cerri (nasc. Pisa, Itália, 1928), muralista, ceramista, pintor, fotógrafo e restaurador. Cerri trabalhou desde criança no ateliê do pai com fotografia, cinema e restauração, estabelecendo-se em Belo Horizonte em 1951, onde trabalhava com cinema e fotografia. Nesse mesmo ano recebeu o Prêmio Medalha de Ouro em Fotografia.


 Pinturas de Mário Silésio - Óleo sobre Tela

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Mário Silésio - Composição

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Mário Silésio - A Última Ceia

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Mário Silésio - Composição Abstrata

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Mário Silésio - Composição Concreta

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Leonardo da Vinci

A história de como um homem bastardo, canhoto, vegetariano, homossexual e libertador de passarinhos tornou-se o maior gênio ocidental de todos os tempos

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Homem Vitruviano
Leonardo fez o famoso desenho baseado nas proporções matemáticas do arquiteto romano Marco Vitruvio Polião

Por: Renato Modernell

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Virgem dos Rochedos
no detalhe do quadro, o mestre mostra que inovou na arte e na ciência
Em meio a tudo o que já se disse sobre Leonardo da Vinci, ao longo de 500 anos, a frase de Freud brilha como uma pérola: “Ele foi como um homem que acordou cedo demais na escuridão, enquanto os outros continuavam a dormir”.

É admirável que Leonardo tenha conseguido suportar a sua solidão. “Será que ninguém jamais ouvirá a minha voz, e que sempre estarei só, como neste momento, nas trevas debaixo da terra, como se tivesse sido sepultado vivo, junto com meu sonho de asas?” Esse desabafo é de Leia o restante deste artigo »

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